domingo, 1 de março de 2009
Para lá do silêncio o voo cavo do vento trazendo-te promessas cumpridas e a solidão das noites sem mãos. Ao ouvido murmuram-se acordes de blues incendiando montanhas. E nunca fenecem as rosas no meu Moleskine.
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6 comentários:
Viva!
Gostava de recolher opiniões sobre este texto
agradeço e desejo um bom domingo
As noites sem mãos tocam-se nas palavras
esses blues que transportam-nos para nostalgias, pelo menos para mim.
Os blues ouvem-se nas noites em que o olhar se abre à melancolia...
Um beijo Helena.
o mundo por inventar
nas rosas do teu Moleskine...
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