como o rio quando toca o mar
ou a mão que interrogamos
se nos chegou a tocar.
Conto onde te conto as contas
e tantos outros esteiros
onde de velas enfunadas
partem tantos e tantos veleiros.
Este conto são as contas
que contigo quero acertar
desafiando de frente
a vida que se pressente.
HFM - Lisboa, 3 de Janeiro de 2011













