
Nascem. Nascem do vento e da chuva. No corropio do desatino. Amálgamas de que o tempo se fez senhor. Nascem e ensandecem. Tecituras nas tardes longas onde se arrefece. Gritos que não se espelham. E nas mãos? A força de quem não desiste.
A arte não é um espelho para reflectir o mundo, mas um martelo para forjá-lo.
Vladimir Maiakovski

HFM - Ericeira, 11 de Outubro 2011

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