quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Para lá de



Quando a bruma encerra a cidade a fuga é imperativa. Como uma promessa. Um presságio. Um feitiço. Sei que facilmente atravessarei esta parede e os meus olhos adivinharão os contornos do infinito. Falta apenas, ao fundo, a grata definição de um arco-íris!



HFM - Lisboa, 14 de Dezembro de 2010

8 comentários:

Ad astra disse...

quando o sol brilha nas gotas de chuva

absolutamente lindo!

Graça Pires disse...

A fuga. Para o lugar onde o arco-íris se entorna sobre a terra...
Lindo!
Um grande beijo.

© Piedade Araújo Sol disse...

concordo.

e que belissima foto.

beij

jrd disse...

«Somewhere over the Rainbow».
LIndo!

Mar Arável disse...

Falta um arco-íris

e já é tanto

Belo

S.C. disse...

"Vigília diurna
de dias de sol refractados pela água
no olhar.
(...)».
Sr. Poeta Mar Arável, o Sr. diz «Falta um Arco-Íris», a
Linha de Cabotagem diz que «Falta apenas, ao fundo, a grata definição de um arco-íris!» e eu digo: existe um arco-iris definido que vejo em dias de bruma e de sol e que nos outros dias visualizo em sonho, sempre que o desejo. Há um 'arco-iris' para todos os gostos e para todas as pessoas.
Aproveito para desejar a si, Helena, e a todas as pessoas que passarem por aqui Boas-festas e votos de um 2011 onde o 'querer' ser feliz, não se fique pelas palavras.
Bom Ano!
Abraço.

Luis Eme disse...

és mesmo uma "viajeira", Helena...

persegue o teu arco-iris, sem correrias, se encontrares o "infinito", diz-lhe para parar de fugir para lá da linha do horizonte.

abraço

heretico disse...

arco-iris como (in)finitude do sonho. humaníssimo desejo...

belíssimo

beijos