sexta-feira, 23 de novembro de 2012

 
 
HFM
 
 
 
Há uma sucessão incessante no acerto dos dias. Ocupando-me descanso no assombro do tempo e da sua redução. Procuro no finito o infinito e a aparente solidão em que me confino é a solução ou a defesa para um mundo hostil e em que não acredito.
 
Vagueia nos dedos e na interioridade o sentido da transcendência. Oblíquo é o caminho da vida.
 
 
HFM - Novembro 2012

5 comentários:

ad astra disse...

matemática e geometricamente

sen ti do

Luis Eme disse...

mas o mundo está lá fora, Helena...

abraço

Mar Arável disse...


Uma vez mais

o equilíbrio

na assimetria

Ana disse...

Procurando o infinito
cada palavra um voo

Bj *

Manuel Veiga disse...

Sibila tacteando a transcendência...

beijo