quarta-feira, 5 de agosto de 2009


Quando te ergueres do nada
respira fundo
pensa-te estátua

espera
e quando o sol
se esconder no mar
sorri

aliviada
poderás, então,
sentir-te pedra.

HFM - Ericeira, 30 de Junho de 2009



12 comentários:

Isabel disse...

podia ser o meu retrato...ou epitáfio.


de belo como aquele sempre. a que me/nos habituaste.


Helena.


imf

António Baeta disse...

Existir.

Graça Pires disse...

Um poema muito profundo e com o qual eu me identifiquei. Um beijo Helena.

Ilidio Soares disse...

Uns tem a madureza, outros a inteligência...você tem a serenidade para navegar entre ambos. belo! abçs

Ad astra disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Ad astra disse...

sinto
me


de pedra

goiaba disse...

Senti o poema e porque não saberia escrevê-lo, foi bom poder ler e depois... a Ericeira é a minha segunda terra.
Cheguei aqui hoje pelo comentário na Rosa-dos-Ventos. Obrigada pela "porta aberta".
Abraço

jrd disse...

Sem sombra...
Abraço daqui

carlos f. peres feio disse...

as minhas navegações recentes são mais de terra e mar e menos virtuais - assim vou perdendo momentos com imagens e palavras que muito aprecio - as tuas!
depois das praias, no Bairro Alto, conto-te TUDO ! (lol) bj c.

Justine disse...

Belo e forte...

Mar Arável disse...

Pedra sim

mas que respire por guelras

bettips disse...

Colecciono. Entardeceres, mares e pedras.
Lindo, o lado oculto dum silêncio feito - contrafeito.
Bjinho