a temperatura da alma
oscila-me os nervos
cercando os seus limites
quase a rasar o vermelho
vibrações
no outro extremo
volatilidades
suspensa na linha da temperatura
como num trapézio
salto de mim para mim.
Lisboa, 5 de Outubro de 2008
A arte não é um espelho para reflectir o mundo, mas um martelo para forjá-lo.
Vladimir Maiakovski
6 comentários:
Gosto :)
temperaturas arriscadas...
com excelente domínio sobre o abismo... de alma!
belissimo. sempre...
beijo
A nossa dualidade perfeita!
salto sempre
sem rede
creio na angulação do verbo, na temperatura vibrátil da alma - em tudo o mais, invisível, e na mensagem sublimada desta poesia.
bem-haja. saudades de aqui estar.
votos de 2012 EXCELENTE
beijo
Mel
Vamos cair. Anónimos. Já frios de revolta.
Bj
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