sexta-feira, 23 de julho de 2010




Se eu te contasse da noite o luar
sentirias a frescura da cisterna
onde se atrevem os sons do cello
e todo o mapa das instabilidades

sôfregos são os silêncios da noite
no incontornável som das águas.

HFM - Lisboa, 1 de Julho 2010

3 comentários:

Ad astra disse...

um poema cheio de melodia

António Baeta disse...

Que belo, Helena!

jrd disse...

Lindo! Sedenta é a noite e (e)terna.
Abraço