sexta-feira, 26 de novembro de 2010





HFM - claustro das Descalças em Florença - frescos de Andrea del Sarto





O silêncio era a aura do dia e o retorno mágico de cada segundo. Envolvia todo o claustro e cada passo ecoando desaguava no mundo como se a clausura fosse a eterna liberdade do deserto.




HFM - 18 de Novembro de 2010


11 comentários:

Luis Eme disse...

lindo...

abraço Helena

António Baeta disse...

A clausura como a eterna liberdade do deserto.
Que imagem fabulosa, Helena.

Ad astra disse...

e magia a desaguar



que fotografia espectacular

jrd disse...

Palavras 'desçalças' em volta dos passos.
Belíssimo!
Abraço

(Aqui, só mesmo calçado e com botas...)

Licínia Quitério disse...

A clausura como forma de liberdade. É uma ideia coerente. E o claustro é lindo.

Um abraço.

AnaMar (pseudónimo) disse...

Bela a imagem da liberdade num claustro,no silêncio descalço do deserto.

heretico disse...

Silêncio como liberdade estéril. (ou a entropia da razão...)

antes a "liberdade livre" da Poesia. a tua...

sublime.

beijos

antónio - o implume disse...

O eterno é em si uma forma de clausura... libertar-me-ei dormindo um sono eterno.

Mar Arável disse...

Nem sempre o silêncio

suporta esses passos

de clausura

Graça Pires disse...

O silêncio. A clausura. O deserto.
As palavras moram por aqui...
Um grande beijo, Helena.

carlos pereira disse...

LINDO momento poético com palavras cheias de magia.
Gostei muito.