domingo, 16 de janeiro de 2011


DUAL

quando no tempo já não há passos
percorrem o meu labirinto
fantasmas antigos
que amei e recriei
são eles que tecem o enredo
nas curvas, nos corredores, nos impasses
por onde se desenvolve o labirinto

envolvida na névoa
confundo em dualidade
presente e passado.

HFM - Lisboa, 7 de Janeiro de 2011






5 comentários:

Luis Eme disse...

e confundes com gosto e emoção...

abraço Helena

jrd disse...

Belissimo!
Passado...presente.

(Alvarinho!? Vamos a isso...)

Ad astra disse...

quando o tempo não passa

Mar Arável disse...

Vagarosos instantes

© Piedade Araújo Sol disse...

todos nós nos condimos...

belo poema.


um beij