domingo, 9 de janeiro de 2011




Se, depois de eu morrer, quiserem escrever a minha biografia,
Não há nada mais simples.
Tem só duas datas - a da minha nascença e a da minha morte.
Entre uma e outra cousa todos os dias são meus.



Alberto Caeiro



6 comentários:

O cozinheiro solitário disse...

Olá a todos os que vão ler este comentário neste blogue ou noutro muito bom como este. Pois é, estou encantado com todos estes posts bem feitos, quase que desenhados. Pois, eu gostava de fazer igual, mas não consigo. O meu dilema agora é cozinhar… A vida é dura e obrigou-me a morar sozinho, e a cozinha não é de todo o meu local favorito. Mas estou a tentar conhecê-la, mas as aventuras têm sido imensas. Fiz um blog humilde para colocá-las em forma de crónica pouco extensas. Gostava muito que todos vocês o visitassem e se possível o seguissem. É que tentar cozinhar e depois não ser ajudado, é algo muita mau.
Cumprimentos a todos!

http://tenhosalfaltamecolher.blogspot.com/

Ad astra disse...

só de mestre!

heretico disse...

nascimento e morte.

o resto é paisagem!

beijos

Mel de Carvalho disse...

Na verdade, de nós, em epitáfio, ficam estas data: nascido/falecido...
e ficam, sem palavras, o silêncio do ar que respirámos...

Excelente 2011.
Gratidão
Mel

jrd disse...

Porque a vida não se dá, a não ser à morte e essa não escreve biografias.

Luis Eme disse...

ele fingia-se um simplório, mas lá no intimo sabia, «ainda vão gostar muito das minhas palavras», Helena...


abraço