terça-feira, 10 de maio de 2011


a mão tecia na pele
um arrepio
como uma renda
onde por entre os buracos
gesticulava a ternura

um infinito de amanheceres.

HFM - 3 de Maio de 2011



8 comentários:

ma grande folle de soeur disse...

Adorei bis.

Ad astra disse...

subtil leveza

© Piedade Araújo Sol disse...

amanhecer em tons de ternuras

gostei!

Luis Eme disse...

lindo...

Mar Arável disse...

Muito sensual

jrd disse...

A filigrana das palavras.

mfc disse...

Que sorriso num amanhecer assim!

Mel de Carvalho disse...

em ressonância de verbo somos a urdidura da palavra à face do tempo

(d')infinitos amanheceres.

Helena, lê-la é crescer como pessoa.
Gratidão

Mel