
nas grutas do silêncio envelhecem os rumores
estendendo os segredos
frágeis
como o grão de areia provocando o deserto
na mudez das coisas simples
soltam-se na madrugada as máscaras.
estendendo os segredos
frágeis
como o grão de areia provocando o deserto
na mudez das coisas simples
soltam-se na madrugada as máscaras.
HFM - Lisboa, 30 de Novembro de 2008
10 comentários:
há máscaras pelo chão
do meu quarto
refúgio silencioso
onde não me encontro
nem sei de mim.
muda.
eu.
como quase sempre. que re.venho.
.
É nesta cintilação das tuas palavras depuradas, da tua poesia descarnada, que consigo ver para além das máscaras...
Abraço, Bom Ano e até para o ano!
Porque a verdade acaba sempre por nos confortar.
Desvendam-se amanheceres.
Braco
É isso!
um beijo
nas grutas de silêncio ecoam por vezes cantos. belíssimos...
beijos
é verdade, Helena...
...e as palavras dançam
desvendam-se segredos...
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