domingo, 29 de março de 2009

Itália 2009 - 13.02.09


Das aprendizagens. Dos sedimentos. Olhos e sentires abertos mesmo quando desfocados. Passada a lezíria procuro os lugares aqui, neste avião. Perdidas as âncoras procuro o arquipélago imaginário - porto seguro sem âncoras nem certezas. Onde os jardins se regam com as lágrima de uma dor e de uma gargalhada.

Rabiscos que traço nas nuvens que percorro. E nas memórias seco as pétalas rubras de novas descobertas.

Fugas - encontros - magias - uniões de contrários - assimetrias.

Volare...

HFM - 13 de Fevereiro de 2009


Aqui poderão encontrar a aguarelada que deu lugar a este texto.

12 comentários:

Ana disse...

Rabiscos e palavras a eternizar momentos e descobertas. O fascínio das tuas viagens, Helena.

maria m. disse...

aí, onde procuramos o encantamento e o imaginário, de que falas tão bem.

jrd disse...

Assim se voa com palavras e traços nas asas.

Susana Barbosa disse...

Olá! Boa semana, Helena

Ad astra disse...

das palavras traçando rotas de descobrir...


voa!

Teresa Durães disse...

Uma viagem consegue dar-nos esse encontros e fugas e muita magia na descoberta

António Baeta disse...

É bem marcante o teu desconforto nessa viagem de avião. :))

Graça Pires disse...

A memória a libertar todo o encantamento da viagem...
Um beijo Helena.

~pi disse...

fios que

deixas

( por onde

teces

e enter-neces :)




~

isabel mendes ferreira disse...

mas esteve sempre "aberto" como sedimento.

sim. vi que tinahs chegado. espero que de alma cheia de luz.



abraço.


obrigada.

Luis Eme disse...

gostei muito do teu espaço de tralos e cores, Helena.

abraço

heretico disse...

gostei muito dos teus "Traços e Cores". para ficar...

beijos