segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Sem título


Nas manhãs paradas
dir-te-ei da transversalidade
das inquietações
e das miragens


linhas de fogo por onde transitamos.



HFM - 14 de Setembro de 2010



6 comentários:

Ad astra disse...

inquietante

jrd disse...

A incandescência das Palavras que queimam como brasas.

carlos pereira disse...

Cara Helena;

Poema curto, de versos precisos, mas de significado enorme.
As inquietações e as miragens, (leia-se sonhos)são o farol, que nos permite o anseio constante de ser feliz.
Gostei.
Um forte abraço.

ma grande folle de soeur disse...

quando optas por uma via que qualificaria de haikiana... fico deslumbrada :) beijos

Kordny disse...

Gosto (=

Sara disse...

Belíssimos versos!
É bem verdade:
mesmo quando o exterior está aparentemente imóvel, o interior poderá viver uma turbulência inquietante.