quarta-feira, 1 de setembro de 2010



A tela do teu corpo - textura de renda e de luar. Um ocaso de madrugadas onde me disperso. Espuma que o mar guardou num dia de tempestade. Ali, só o tempo é o marco miliário. A pedra que nenhum outro tempo destruirá.

7 comentários:

Ad astra disse...

Absolutamente Lindo!


...8

Graça Pires disse...

Paira por aqui o amor e o fascínio que ele provoca...
Um grande beijo.

Licínia Quitério disse...

De Amor se escreve e se pinta.
Muito bem, quero dizer.
Beijo.

António Baeta disse...

Texto e aguarela em perfeito casamento.

maria manuel disse...

belo, a imagem de uma tela delicada, aberta aos caminhos da imaginação e do amor, e de uma pedra, como um afecto indestrutível. muito belo.

Simone Huck disse...

Não existe tela neste mundo melhor que essa: o corpo de quem amamos !! Comentei a leveza do traço lá, agora comento a poesia que gosto aqui...rs.
Bjs

Mar Arável disse...

Pedras azuis

com memórias