terça-feira, 29 de março de 2011

Revisitando um dos meus quadros favoritos




Em cima o quadro de Manet - a rapariga do bar - e dois pormenores da parte que, juntamente com a expressão da mulher, mais me encantam pela cor e pela forma como a pincelada se articula com a expressividade pretendida.

Infelizmente a qualidade das fotos é fraca - de telemóvel - e porque o reflexo das luzes em nada ajuda.

Este quadro faz parte da colecção permamente da Courtauld Gallery que, desde que a conheci, nunca mais deixei de revisitar. Desta vez fui nomeadamente para ver a exposição de desenhos que lá se encontrava - Life, Legend, Landscape - Victorian drawings and watercolours, da qual falarei noutro post.

Obviamente que terminada a visita à exposição fui rever a colecção permanente onde a escolha se torna realmente difícil pois Cézanne domina a sala principal. Mas, como na minha anterior visita, aqui falei muito de Cézanne preferi desta vez escolher outro pintor. Porquê Manet e não Van Gogh ou Gauguin ou Monet? Porque, particularmente naquele dia, aquele quadro me sorriu e fez daquele momento o momento único e inesquecível.


Obrigada Manet.

5 comentários:

Ad astra disse...

tens razão, este quadro faz sorrir...

Luis Eme disse...

também já senti o "chamamento" de alguns quadros, Helena.

e descobrimos sempre alguns pormenores novos, quando os olhamos com olhos de ver.

jrd disse...

Obrigado Helena.

António Baeta disse...

A Courtauld é um espaço que sempre procuro quando viajo até Londres e que sempre aconselho a amigos.
Um dos vigilantes é português e facilitou-me fotografar alguns quadros. :)

Mar Arável disse...

Vagarosos instantes

Muito belo