terça-feira, 8 de março de 2011

um bater de pálpebras e baças ficaram as veias
desatinei no afluente do olhar onde me perdi
na estética catedral de nave sublime
ouvi o ruído seco e esquecido do silêncio dos anjos



- a miragem de um tabernáculo desconhecido.




HFM - 20 de Fevereiro de 2011

P.S: Durante uns dias este blogue vai ficar inactivo, vou até Londres para ver na Tate Britain 800 anos de aguarelas.

11 comentários:

Ad astra disse...

sublime

jrd disse...

Um bater de pálpebras e a brisa da tarde prepassa por Londres.
Boa viagem por oito séculos.
Abraço

addiragram disse...

Lindo poema e uma belíssima viagem!

© Piedade Araújo Sol disse...

curto e bonito.

boa viagem e

beij

António Baeta disse...

Oh!
E a minha filha agora no Brasil. :)

mfc disse...

Enche o olhar com as suas magníficas pinturas.
Até breve.

Graça Pires disse...

Fizeste-me ouvir o silêncio dos anjos.
Um beijo.

Mar Arável disse...

Bom regresso

Ana disse...

Bela a miragem que nos deixas ! Boa viagem, Helena.

heretico disse...

o sopro do sublime que prepassa no poema...

boa estada em Londres.

beijos

Luis Eme disse...

boas vistas em Londres, Helena.

abraço