quarta-feira, 13 de janeiro de 2010



cosi a sílaba à palavra
alonguei na cadência o ditongo
na imponderabilidade do espaço
soou uma profecia
atrevi-me

é teu o poema!

Lisboa, 12 de Janeiro de 2010


4 comentários:

António Baeta disse...

Guardarei a tua preciosa oferta.

jrd disse...

talento que se partilha e que se aceita. Obrigado.

Ad astra disse...

e que poema...

Graça Pires disse...

Um poema onde se aprende de onde vem o brilho das palavras.
Um beijo, Helena.