
regresso ao infinito dos sentires onde se escondem as promessas e as vontades. locais de iniciação onde se viciam as certezas. fugazes momentos de anseios projectando as sombras que convocam os elementos. uma voz de criança corta, como lâmina, o desgastado ruminar dos dias e o sol é um projecto que, quando quer, se cumpre. assim se tece o fio dos dias nos dramas que talvez sejam apenas e, tão só, sinais de outros prenúncios.
16 comentários:
Cíclico como as marés.
Casa nova com as belíssimas palavras de sempre
Lindas palavras nesta nova casa de encantos.
Empolgada com a beleza do texto e a luminosidade e harmonia da foto!!
dramas que vão-se diluindo com o passar dos tempos
é verdade, Helena...
a foto é linda.
O mundo dos "sentires" na sua tripla expressão ou a profunda coerência.
Fortes as tuas palavras...
Recomeçar e recuperar a incerteza dos dias.
"... outros prenúncios."
certamente!
e tudo irá dar ao MULTIVERSO
Outro belo texto, Helena.
Beijos
Os lugares do princípio e do fim. Que belas palavras!
Um beijo.
Seguramente!
os regressos... os fantásticos regressos.
beijo helena!
Excelente texto; excelente imagem!
e a cada regresso inicia-se o ciclo
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