
para o Eduardo Graça
é sempre tarde quando tento
esgotaram-se as rotinas
e as pulsações
só na luz de Lisboa
há um mar a descobrir
aí, numa gargalhada de palhaço,
circunscreverei
a liberdade.
HFM - Lisboa, 4 de Janeiro de 2009
A arte não é um espelho para reflectir o mundo, mas um martelo para forjá-lo.
Vladimir Maiakovski
para o Eduardo Graça
HFM - Lisboa, 4 de Janeiro de 2009
13 comentários:
em ti o impossível é quase sempre um gesto de maré. intensa e exacta.
o que não é pouco!
obrigada H.
Obrigada.
Nunca é tarde quando se consegue dizê-lo desta forma. Beijo
e a liberdade solta-nos tanto!
Quando a liberdade é um mar de afectos... Não há impossíveis.
Um beijo Helena.
retornando... agora é passear pelo teu sítio, saciar a saudade de tuas palavras.
um abraço fraterno e saudoso.
O canto do poema é inesgotável...tal como os cantos de Lisboa.
que seja! bendita a luz!
há sim senhor, um mar imenso, Helena...
Quando a cidade é quase mediterrânica e a liberdade tem um traço azul ...é bom ter amigos assim, livres.
E além disso, o poema de luz nos luz.
Bjs
Abençoada então a luz de Lisboa! **
Uma gargalhada "branca", como a cidade, a nossa cidade.
Os impossíveis mexem-nos.
Abraço a ti e a essa inspiração quase diária..
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